quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Fotos de Eventos

Acabo de publicar no Picasa fotos de 3 eventos que estive recentemente.

No final de novembro acompanhei o Círculo de História Atleticana, encontro mensal organizado pela Milene Szaikowski e que contou com Barcímio Sicupira, o maior artilheiro da história do Atlético. Ouvir as histórias desse ídolo foi muito legal, principalmente porque ficou claro que o Sicupira gosta e sempre gostou muito do Furacão.

Início de dezembro estive no Jantar de Final de Ano da CELEPAR. Foi bom rever vários amigos da ex-empresa e fazer um agito. Ponto negativo para o repertório atípico da banda que animou a festa.

Finalmente dia 18/12 estive em Quatro Barras na ABEST (até agora to me perguntando o significado da sigla, mas o A é de Associação) no aniversário de 3 anos do Vinícius, filho da Jucélia. Apesar de não ser muito perto para alguns o local é muito bom para festas e pude rever familiares.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

10 Anos do Título de Campeão Brasileiro

(Este texto foi inicialmente postado na seção Fala, Atleticano do site Furacao.com em 23/12 e agora está sendo repostado aqui no blog).

Há exatos 10 anos, em 23 de dezembro de 2001, o Atlético sagrava-se Campeão Brasileiro. Tive a felicidade de acompanhar bem de perto várias partidas dessa campanha e aproveitando o "aniversário" da conquista vou escrever um pouco do que vivi na época.

Aquele time era muito bom e empolgava a torcida, o time base permanece na memória: Flavio; Alessandro, Gustavo, Nem, Rogério Correia e Fabiano; Cocito, Kléberson e Adriano Gabiru; Alex Mineiro e Kléber. Eu particularmente admirava demais o Fabiano, Cocito, Adriano e Kléber. Também tínhamos alguns reservas de "luxo" como o meia Souza e o atacante Ilan.

Fui em 5 jogos da primeira fase, onde todos os times jogavam entre si em turno único. Um deles para mim foi especial: Atlético 6x3 Bahia em 07/11. Nesse jogo o atacante Kléber só não fez chover, jogou muito, marcou 3 gols e colocou fogo na torcida justificando o apelido de Incendiário. O Kléber tinha uma relação de amor e ódio com a torcida, apesar de eu particularmente ser fã dele. Muitas vezes ele perdia alguns gols fáceis e marcava uns quase impossíveis. Nesse jogo teve um lance que ele ficou de frente para o gol e não chutou, um cara do meu lado mandou um "Kléber fdp!" mas no mesmo lance o Incendiário cortou o zagueiro para um lado e quase sem ângulo chutou para marcar um golaço. A torcida foi a loucura àquela noite.

Ao final da primeira fase o Furacão era destaque e se classificou em 2º lugar, atrás apenas do São Caetano. Os 8 melhores disputariam as quartas de final em partida única no estádio no melhor colocado. O primeiro adversário seria o São Paulo, do badalado Kaká. Naquela época o Atlético não tinha o estádio tomado por sócios então formou-se fila para comprar ingresso. E lá fui eu junto com o companheiro Ricardo Basso ficar na fila desde o dia anterior ao início das vendas. Nenhum atleticano queria ficar de fora daquele jogo e o clima durante a noite/madrugada era muito bom. Tinha de tudo, truco, tubão, maconha, jovem, velho, mulher bonita e tipos estranhíssimos. No dia seguinte quase sem pregar o olho a ansiedade no momento que a fila começava a andar e a alegria no momento de efetuar a compra e sair com o ingresso na mão.

No dia do jogo, 05/12, um clima maravilhoso. A torcida estava empolgada e disposta a jogar junto o tempo todo. E assim foi. Com uns adereços de mão feitos de jornal distribuídos pela Fanáticos a galera cantava e agitava esses adereços, isso fazia com que o efeito visual completasse as músicas cantadas a todo pulmão pelos atleticanos. O jogo foi incrível, Cocito anulou Kaká e com gols de Kléber e Alex Mineiro o Furacão venceu por 2x1.

Classificado para a semi-final, o próximo adversário era o Fluminense. O ritual se repetiu, fila para ingresso, torcida aluscinada cantando o jogo todo (e mostrando em rede nacional o que é torcer de verdade) e em 09/12 o Atlético bateu o Flu por 3x2 com 3 gols do Alex Mineiro. O que muita gente julgava impossível o Atlético conseguiu, ser finalista do Brasileiro 2001. Desta vez haveriam duas partidas contra o São Caetano, a primeira na Baixada e a outra em São Caetano do Sul.

A cada jogo que o Atlético vencia a fila para comprar ingressos era maior e cada vez era necessário chegar mais cedo, Lá fui eu de novo, junto com o Ricardo para garantir a presença numa das partidas mais importantes da história do Furacão. 16/12 era a data da partida de ida e a torcida do Atlético na cidade inteira estava mobilizada. Kléber estava supenso por cartões amarelos e Ilan jogou no seu lugar. Logo aos 4 minutos Ilan abriu o placar para o Atlético e a torcida comemorou muito. O São Caetano empatou ainda no primeiro tempo e virou no início do segundo. A torcida não desanimou e continuou incentivando. Aí brilhou a estrela de Alex Mineiro, com 3 gols o Atlético "revirou" o jogo e venceu por 4x2.

A emoção após essas 3 partidas era indescritível, era puro êxtase! Mas ainda faltava uma partida, a grande final em São Caetano do Sul. Na época eu já participava de uma lista de discussão do Atlético por e-mail e lembro que a Milene Szaikowski e o Roney "Ryco" organizaram a caravana da lista. Saímos no dia 23/12 bem cedo de Curitiba. Eram muitos ônibus na Getulio Vargas. Tinha excursão da Fanáticos, Ultras e diversas outras. Os ônibus seguiram juntos e numa parada em um posto de gasolina em certa altura da viagem foi possível ver o mar de torcedores rubro-negros.

Chegando em São Caetano, a caminho do estádio as pessoas nas janelas olhavam impressionadas a quantidade de ônibus da nossa torcida. No momento de entrar no estádio vi que a polícia não deixou entrar a bateria das torcidas organizadas, isso foi um pouco frustrante. Chegamos bem antes do horário do jogo, eu estava com o Ricardo e encontrei meu primo Edson Rios lá. Teve uma hora que choveu e nós sem guarda-chuva nos molhamos mas era dia de festa, era para lavar a alma! E até começar o jogo a roupa já tava seca.

O jogo começa e a tensão da torcida era grande, sem a bateria os gritos de incentivo não eram tão organizados como na Baixada mas mesmo assim cantamos do jeito que deu. O Atlético jogava bem e com raça, o São Caetano era um time muito bom. A torcida estava vidrada em cada lance, o primeiro tempo terminou 0x0 e o empate dava o título ao Furacão. Mas uma campanha tão bonita não poderia terminar com um empate, no segundo tempo, após o São Caetano tentar sem sucesso fazer o seu gol, veio o lance mais importante aos 21 minutos e que não me sai da memória. Kléber recebe a bola na linha do meio campo, toca para Fabiano na esquerda, este avança pela lateral e chuta com força, o goleiro rebate e Alex Mineiro aparece para completar para o gol. Êxtase, emoção, tesão, a torcida explode de alegria e dali não parou mais de cantar.

O São caetano ainda tentou alguma coisa mas os defensores atleticanos começaram a se destacar e não ia ter jeito do adversário fazer gol. Ao apito final estávamos no paraíso. Era muita emoção, olhei para os lados e vi a reação de cada um, todos vibrando, cantando, sorrindo. Vi a Milene chorando de alegria... logo os jogadores começaram a se abraçar, uns subiram no alambrado vibrar com a torcida. O Nem ergueu a taça, teve a volta olímpica, todos os jogadores e o técnico Geninho vieram comemorar na frente da torcida. Simplesmente um título maravilhoso!

Saímos do estádio e chegando no ônibus o Ricardo disse: "Tem uma surpresa!" e sacou da mochila duas camisetas brancas com o símbolo do Atlético e com os dizeres en vermelho e preto: "Atlético, Campeão Brasileiro de 2001 - Eu Acreditei". O cara tinha mandado fazer uma camiseta personalizada para o título e eu nem sabia. Aquilo foi marcante. Vestimos as camisetas e a caravana de ônibus seguiu cantando feliz da vida, todo mundo gritando pela janela, principalmente na região metropolitana de São Paulo.

Como no mundo também tem os maus perdedores, em um trecho da viagem houve um apedrejamento de alguns ônibus, teve um ou dois que perderam até o parabrisa. Falou-se na ocasião que foram torcedores do São Paulo, time que foi eliminado pelo Atlético nas quartas. Chegamos bem tarde em Curitiba, na Baixada teve discurso de dirigentes e jogadores com a taça, foi incrível. Não sei que horas da madrugada cheguei em casa mas quando coloquei a cabeça no travesseiro tinha certeza que aquele tinha sido um dos dias mais importantes da minha vida.

E só pra terminar, alguns dias depois eu pintei o cabelo de vermelho, para cumprir uma promessa que havia feito. A tinta não pegou muito bem, mas a cor do cabelo não me deixava esquecer o título: Atlético, Campeão Brasileiro de 2001!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Festa das Porcas - Sábado

Apesar da demora saiu a definição. Sábado estarei comemorando meu aniversário junto com os amigos. Fiquem a vontade para convidar outras pessoas. Não faltem!

Veja o convite oficial:

Aniversário de Kabelo, Parnanguara e Soneca - Casa di Bel - 08/10

Lembra das 4 porcas? 3 delas voltaram e vão reeditar a Festa das Porcas neste sábado, dia 08/10 a partir das 20:30 hs, na Casa di Bel.

Você é nosso convidado, venha comemorar mais um ano de porcaria, digo de vida, conosco.

Para saber mais sobre o local, clique aqui.

Até sábado!

As 3 Porcas!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ninguém me segue no Twitter!

No dia 16 de setembro eu criei uma conta no Twitter. Ainda estou me adaptando mas diria que é uma alternativa para "sentimentos" ou "desabafos" curtos e que dificilmente alguém postaria em um blog. Deve ser justamente por isso que o Twitter é chamado de micro-blog. Vou tentar twittar fatos e opiniões sobre várias coisas, mas pretendo não deixar de escrever aqui no blog. Para quem quiser me seguir, procure por @kabelo_9 ou clique no link "Twitter do Kabelo" no menu lateral do blog. A propósito, já tenho 7 seguidores, então o assunto deste post já ficou defasado.

Charlie Brown Jr

Sexta, 23/09 começou a primavera e eu decidi ir no show do Charlie Brown Jr que aconteceria nessa mesma data no Curitba Master Hall. A Thais queria ir comigo e achei que seria uma boa, já que é uma das poucas bandas que curtimos em comum. A propósito esse show foi gravado para compor o DVD "Música Popular Caiçara" e contou com a presença dos convidados Marcelo Nova e Marcio Mello. O show também marcou a volta de ex-membros da banda. A formação agora é: Chorão (vocal), Champignon (baixo), Marcão (guitarra), Thiago Castanho (guitarra) e Bruno Graveto (bateria).

Saí do trabalho e fui ao Shopping Mueller, no quiosque do Disk-Ingresso. Comprei o 9º lote de ingressos e o preço estava bem mais caro que os 49,00 que eu tinha visto no 4º lote. Custou 74,00 o meio ingresso (para estudantes e doadores de 1 kg de alimento). Descobri enquanto esperava na fila que existe um cartão 'Disk-Ingresso' que pode fazer na hora e tem direito a descontos que podem chegar a até 50%. O custo do cartão é 10,00 mas eu acabei não fazendo porque a fila tava grande. De qualquer forma fica a dica.

Ingressos na mão, fui para casa dormir um pouco, já que o show estava programado para 00:30 hs. Depois a Thais e eu rumamos ao Master Hall. Chegando lá às 23:20, fiquei de cara com a quantidade de pessoas e com a enorme fila. Dobramos duas esquinas até chegar ao final da fila. Ali o negócio foi tenso porque a fila não andava e achei que perderíamos boa parte do show. Também notei que tinha adolescentes "a rodo", muitas pessoas na faixa de 16 a 19 anos e também alguns menores de 16 acompanhados de pais ou responsáveis (e outros não acompanhados que não conseguiram entrar).

Na fila conhecemos as irmãs Paola e Paloma que estavam com um grupo que veio de Mandirituba para curtir o Charlie Brown. A fila andava em ritmo lento e chegou o horário do show. Por sorte o mesmo atrasou e não perdemos quase nada. Quando entramos a casa estava muito cheia e estava tocando "O coro vai comê", que teoricamente foi a segunda música. Tentamos achar um lugar descente para enxergar o palco, a Thais era mais baixa que a maioria dos presentes então teve mais dificuldades mas acho que deu certo. Mudamos de lugar algumas vezes e quando fomos comprar uma água achamos um lugar bem melhor para ela ver.

O show teve vários pontos altos, como algumas músicas clássicas: "Tudo que ela gosta", "Te levar", "Não é sério", "Papo reto" e "Proibida pra mim". Fantástica também a participação do grande Marcelo Nova que tocou a sua música "Coração" junto com a banda. O Marcio Mello é um barbudo muito louco e cantou uma música bem legal de sua autoria. Os convidados tocaram duas vezes suas músicas. Ah, o Chorão tava com uma camiseta do AC/DC!

A apresentação correu sem maiores problemas, o público se comportou de forma muito educada e não vi nenhuma confusão. O discurso do Chorão é bem "família" pois ele falou muito em valorizar as pessoas que estão ao nosso lado, os pais, filhos e a família mesmo. Dava pra perceber que a banda estava bem feliz com a lotação da casa e a empolgação do fãs. Acho que o DVD vai ficar bem legal (além do show de Curitiba, vai ter um show em Santos que também vai pro DVD). O show durou aproximadamente 2:30 hs. Achei fotos do show neste blog.

O show foi realmente muito bom, a Thais e eu recomendamos!

Set list:
Resolve meu problema aí
O coro vai comê
Rubão
Tudo que ela gosta
Me encontra
Pontes indestrutíveis
SKA
Dias de luta dias de glória
Te leva
Zóio de lula
Só os loucos sabem
Ela vai voltar
Intro + Lutar pelo que é meu
Coração (com Marcelo Nova)
Hoje eu acordei feliz
Não é sério
Céu azul
Passo a passo
Tudo mudar
Mantenha a dúvida
Hoje de noite + Vicios e virtudes
Instrumental
Papo reto
Não deixe o mar te engolir
Parta a mil (com Marcio Mello)

Bis:
Gimme o anel
Lugar ao sol
O preço
Sino dourado
Proibida pra mim

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

E se existisse poligamia no Brasil?

Provavelmente esse post não tenha nada a ver e os poucos leitores vão até querer me retalhar, mas faz tempo que eu não escrevo e tentei juntar criatividade com a realidade nua e crua das coisas. Vamos à algumas definições.

Poligamia: Sistema em que um homem tem mais de uma esposa ao mesmo tempo, ou, menos comumente, a um sistema em que uma mulher tem mais de um marido concomitantemente.

Machismo: Atitude ou comportamento de quem não admite a igualdade de direitos para o homem e a mulher, sendo, pois, contrário ao feminismo.

Tá certo que nunca ouvi falar de exemplos da poligamia do ponto de vista feminino, ou seja, uma mulher com vários maridos (amante não vale!). Estou falando principalmente nos países onde tal prática é comum e não vou aqui entrar no mérito das causas históricas, como a quantidade diferenciada entre homens e mulheres em determinada região.

Falando agora do Brasil, apesar de infelizmente vermos muito machismo por esse país afora, vejo nos últimos tempos a criação de uma bandeira de equidade de gêneros estar "na boca do povo". Isso é muito bom e espero que cada um faça sua parte por essa causa.

Bom, mas se no Brasil não existe machismo, eu voltou ao título do post: E se existisse poligamia no Brasil? Eu mesmo vou responder! Ora, se o Brasil não é machista nós não teríamos a poligamia que vemos "nos filmes", onde um homem tem várias mulheres. Tão pouco teríamos uma mulher com vários homens (isso seria um machismo ao contrário). No nosso país onde homem e mulher tem direitos iguais, ambos teriam direito de ter mais de um cônjuge, e mais: simultaneamente!

A essa altura quem estiver lendo tá meio confuso, mas calma. É uma questão de exemplificarmos. Vamos supor que Alberto tem 3 mulheres: Ariane, Bárbara e Carol. Cada uma delas, porém, também tem outros maridos. Ariane é também casada com Bruno e Cassio, Bárbara com Douglas e Emerson, Carol com Fabio e Gustavo. A confusão fica maior a medida que cada cônjuge tem outros n parceiros oficiais.

Uma consequência inicial é que provavelmente muitas pessoas teriam dois ou mais lares, afinal ou Alberto mora em sua casa com suas 3 mulheres ou mora na casa de uma delas com os outros maridos que ela tiver. E imagina quando os outros maridos de Carol viessem à casa de Alberto passar a noite com ela? Claro que essa situação e nesse contexto faria com que os maridos de Carol dessem em cima das mulheres do Alberto, que estavam ali na casa dando sopa, e acabariam virando maridos delas também. Certas circunstâncias, no entanto, poderiam até simplificar as coisas, senão vejamos: 3 homens casados com as 3 mesmas mulheres e as 3 casadas com os mesmos 3 poderiam todos morar numa mesma casa e se revezar para dormir (é, seria uma suruba poligâmica).

Quanta bobagem! Isso nunca daria certo, vamos voltar para nossa realidade latina... mas perae! Alguém já ouviu falar em traição, chifre, pular a cerca? Eu não sou adepto mas já vi e ouvi muitas estórias que isso acontece e muito aqui no país tupiniquim. Teve o boato de que Alberto era casado com Ariane, mas tinha duas amantes: Bárbara e Carol, ambas casadas. A mulher de Alberto, juram as amigas próximas, já saiu secretamente várias vezes com o professor de inglês e não era para revisar a matéria. Bárbara e Carol já deram várias escapadinhas com rapazes interessantes...

Conclusão: A poligamia já existe no Brasil, só que não é oficial, é tudo na "surdina". Mas pelo menos é uma poligamia democrática, para homens e mulheres.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Fotos Publicadas

Antes tarde do que mais tarde ainda, já diz o ditado. Finalmente eu consegui colocar a casa em ordem e publiquei todas as fotos que em algum mometo prometi compartilhar com os amigos.

Fotos de 2009: Sofá de Zona - 7 Anos, Aniversário do Kabelo, Aniversário do Guilherme, Casamento de Ricardo e Adriana.

Fotos de 2010: Parque Tupã, Casamento de Alvaro e Gisele, 1ª Comunhão da Thais, Aniversário de Thais e Tatiane, Sofá de Zona - Torneio 2010, OktoberFest e Fenarreco, Despedida da CELEPAR, Aniversário da Sofia, Aniversário da Valéria.

Fotos de 2011: Viagem para Irati, Sofá de Zona - 9 Anos, Formatura do Paulinho (colação e jantar).

Para ver as fotos basta clicar em "Fotos do Kabelo" na seção Links do blog (menu lateral) ou clicar aqui.